Natural das Minas Gerais, da pequena Matias Barbosa, filho de seu Manoel e dona Dalva, Roberto Max Ferreira descobriu sua paixão por fotografia aos 15 anos. Uma velha câmera soviética Zenit - emprestada de um amigo de internato - foi sua porta de entrada para esse mundo de luz, formas e cores.

Ao longo de mais de dez anos, acompanhou a grande revolução da fotografia em sua transição da emulsão para os pixels. Hoje, completamente imerso na tecnologia digital, busca cada vez mais o aprimoramento da técnica e da arte fotográfica.

É membro do WPJA, associação que credencia fotógrafos de casamentos em todo o mundo.

Max vive e trabalha em Niterói desde 1999 e é casado com Juliana Ferreira.

 

"Muito mais que trabalhar com fotografia, sou um apaixonado compulsivo por fotografia. E de todo esse mundo da arte fotográfica, acabei me encontrando na fotografia de eventos - principalmente casamentos.

Para registrar momentos tão importantes, é necessário ter técnica apurada e contar com o melhor equipamento e com a maior tecnologia, mas o que é realmente imprescindível é o 'olhar do fotógrafo' - a arte de antever a foto em cada momento, de imaginar como uma cena pode ter sua emoção imortalizada.

Quando estou fotografando um evento, deixo-me contagiar pela emoção dos participantes para que, em cada foto, essa emoção seja expressa de maneira autêntica.

A fotografia excede a mera expressão da realidade, ela é a representação impressa do sentimento do artista, é a possibilidade de ver o mundo através dos olhos de outrem."

Max Ferreira